Quem sou eu
quinta-feira, dezembro 20, 2012
Não, nunca foi amor. Era uma parada mais legal.
Não era só um ''gostar'', mas também não era ''amar'', era algo entre eles, não sei explicar, o estômago esfriava, batia um calafrio, um arrepio na espinha. E aquela tal frase, ''sentia borboletas voarem no seu estômago''. Era real, eu as sentia mesmo, e não queria saber o que era, sei que era bom.
Não tô procurando ninguém que me complete. Se me diverte, já tá bom.
Amor é um livro, sexo é esporte. Sexo é escolha, amor é sorte. Amor é pensamento, teorema. Amor é novela, sexo é cinema. Sexo é imaginação, fantasia. Amor é prosa, sexo é poesia. O amor nos torna patéticos. Sexo é uma selva, de epiléticos. Amor é cristão, sexo é pagão. Amor é latifúndio, sexo é invasão. Amor é divino, sexo é animal. Amor é bossa nova, sexo é carnaval. Amor é pra sempre, sexo também. Sexo é do bom, amor é do bem. Amor sem sexo é só amizade. Sexo sem amor é vontade. Amor é um, sexo é dois. Sexo antes, amor depois. Sexo vem dos outros, e vai embora. Amor vem de nós, e demora. Amor é isso, sexo é aquilo e coisa e tal! E tal e coisa! Ai o amor! Hum! O sexo!
Sério, eu tô bem... mas qualquer sopro seu me derruba.
Prefiro pensar que arrisquei, pelo menos eu tentei. Eu perdi todas as apostas que eu fiz ao espelho, e neguei teu nome tantas vezes que nem sei mais como me chamo, nem sei mais se eu te amo, nem sei mais o quanto eu já perdi.
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